E o amor sempre nessa toada!
briga perdoa perdoa briga.
Não se deve xingar a vida,
a gente vive, depois esquece.
Só o amor volta para brigar,
para perdoar,
amor cachorro bandido trem.
Mas, se não fosse ele, também
que graça que a vida tinha?
Mariquita, dá cá o pito,
no teu pito está o infinito.
(Carlos Drummond de Andrade)
Toada do Amor – Carlos Drummond de Andrade
2012-04-29T18:38:00-03:00
Patrícia Ximenes
Amor|Carlos Drummond|Poesias|
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